sábado, 7 de julho de 2018
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Militar Adventista conta sua carreira na fé!
Aquela com certeza foi uma motivação sem igual pra mim. Eu naquela época tinha acabado de me converter a Igreja Adventista do Sétimo Dia, era um jovem que estava ainda começando a idealizar uma carreira profissional independente da onde, apenas queria que seu sábado fosse guardado pra honrar o seu Deus.
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Roney Vilaça Investigador
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21:04
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Assista nosso vídeo promocional do Congresso!
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Roney Vilaça Investigador
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18:29
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quarta-feira, 4 de outubro de 2017
EDITAL DE CONVOCAÇÃO - AAPSEG
EDITAL DE
CONVOCAÇÃO
Idealizado
por um grupo de mais de 200 adventistas profissionais de segurança pública das
mais diversas carreiras, espalhados por todo o país nas mais variadas instituições,
dentre elas: EXÉRCITO, MARINHA, AERONÁUTICA, POLÍCIA FEDERAL, POLÍCIA
RODOVIÁRIA FEDERAL, POLÍCIAS CIVIS, POLÍCIAS MILITARES, CORPOS DE BOMBEIROS
MILITARES, GUARDAS CIVIS MUNICIPAIS, AGENTES PENITENCIÁRIOS e GUARDAS
PORTUÁRIAS, publicamos o presente edital de convocação para através desse projeto
visa mobilizar a união desses irmãos para fortalecimento mútuo da fé através da
amizade cristã, incentivando a comunhão com Deus e oração intercessora, bem
como traçar estratégias de evangelismo para essa classe de pessoas e promover
conhecimento acerca da liberdade religiosa voltada à área da segurança pública.
ORDEM DO
DIA:
1 – Abertura e criação da Associação dos Adventistas
Profissionais de Segurança Pública; nome; diretoria; sede; outros.
Endereço do Teatro Municipal Sebastião Furlan
(Prefeitura): Praça dos Imigrantes, 100 – Lagoinha, São Sebastião do Paraíso -
MG
04 de novembro de 2017.
Coordenação.
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Roney Vilaça Investigador
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18:25
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sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Informações acerca da vestimenta no Congresso
Feliz sábado irmãos, orientamos os profissionais de Segurança Pública que forem participar do nosso 1° Congresso Nacional Adventista de Profissionais de Segurança Pública que no sábado pela manhã do dia 04/11/2017 usem seus respectivos uniformes oficiais, de preferência de gala, no caso de militares ou outras forças de trabalho ostensivo. Já no caso de policiais civis e federais, usem roupas sociais juntamente com o distintivo oficial de sua instituição. Na parte da tarde aqueles que tiverem adquirido a camiseta oficial do Congresso deverão usá-la.
Ressaltamos que essa não é uma regra obrigatória e sim uma orientação facultativa que foi criada para que tenhamos uma linda identidade visual no evento e possamos nos conhecer melhor.
Segue a imagem de um ofício que pode ser usado pelos militares de outros estados que necessitem de autorização para usarem seus uniformes no Congresso.
As camisetas ainda poderão ser adquiridas pelo email roneyvilaca@gmail.com até dia 06/10.
Grande abraço, esperamos vocês ansiosos.
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Roney Vilaça Investigador
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18:46
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quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Está chegando o grande dia, prepara-se! 1° Congresso Nacional Adventista de Profissionais de Segurança Pública em São Sebastião do Paraíso-MG.
Juiz de Fora, MG (ASN) … Idealizado por um grupo de mais de 200
adventistas profissionais de segurança pública, espalhados por todo o
país, o 1° Congresso Nacional de Adventistas Profissionais de Segurança
Pública visa mobilizar a união desses trabalhadores para fortalecimento
mútuo da fé através da amizade cristã, incentivando a comunhão com Deus e
oração intercessora, bem como traçar estratégias de evangelismo para
essa classe de pessoas e promover conhecimento acerca da liberdade
religiosa voltada à área da segurança pública. O congresso está
programado para o dia 4 de novembro, em São Sebastião do Paraíso, no sul
de Minas Gerais.
O policial Roney Vilaça, que trabalha no âmbito de segurança pública
há 10 anos, é o organizador geral desse evento. “Sabedor das
dificuldades que um cristão passa para a manutenção da fé, outros
parceiros de profissão e eu reunimos mais de 200 profissionais
adventistas de segurança pública, das mais diversas instituições, em um
grupo de WhatsApp”, comenta Vilaça. “Descobrimos que muitos desses
homens e mulheres lutavam sozinhos para manter a fé em suas crenças, e
alguns, fragilizados, haviam abandonado suas convicções, enquanto outros
passavam por grandes provações relativas à liberdade religiosa”,
revela.
Mediante os inúmeros testemunhos vindos da parte desses
profissionais, que diziam sentirem-se mais fortalecidos após
participarem dessa interação pelas redes sociais, Vilaça lançou a ideia
do congresso à nível nacional. “Isto para que possamos nos encontrar a
cada dois anos, para além de fortalecer a espiritualidade, promovendo a
liberdade religiosa, traçar metas de evangelismo para alcançar, com o
evangelho, nossos colegas de trabalho”, pontua Vilaça. A equipe também
criou um blog, nomeado de Policiais Adventistas, e uma página no Facebook, onde compartilham periodicamente testemunhos de profissionais adventistas de segurança pública.
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Roney Vilaça Investigador
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18:36
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Testemunho marcante de Adventista Policial Militar do Distrito Federal
Meu nome e Luís, criado na
Igreja Adventista do Sétimo Dia desde a infância e sempre tive o sonho de ser
policial. Bom leitor desde cedo, estudava a lição da escola sabatina, fazia ano
bíblico e lia os livros do Espírito de Profecia por mim mesmo e me encantava
com o amor de Deus. O problema era quando olhava para a realidade do mundo que
eu vivia. Fui criado em uma das cidades satélites mais perigosa de Brasília,
Ceilândia, e vi muitos dos meus amigos de infância se perderem na criminalidade.
Era comum vê-los escolher por vontade própria seguir o caminho do crime ao
invés de estudos. Nesse contexto, como um filho de Deus acreditava que a melhor
escolha que eu poderia fazer para minha vida seria seguir o caminho do bem
sendo um militar. O problema com o meu sonho era que todos irmãos da igreja me
diziam que para ser militar eu teria que transgredir o sábado e,
consequentemente abandonar a igreja. Me doía muito pensar nisso pois era como
se Deus não estivesse nenhum pouco interessado em me ajudar nesse sonho.
Foi nesse contexto que decidi
seguir minha vocação independente das consequências. Se de fato eu ia acabar
saindo da igreja um dia por causa do meu sonho, então resolvi assumir as
consequências disso. Perto da data do alistamento militar abriu um concurso
para soldado da aeronáutica e a prova seria no sábado. Eu sabia que fazer
aquela prova no dia do Senhor era errado mas fiz a inscrição assim mesmo e
comecei a estudar com afinco pedindo a Deus que mudasse a data para que eu não
viesse a transgredir o sábado. O problema e que Deus não respondeu minha oração
da forma como eu queria e acabei indo fazer a prova no dia de sábado sabendo
estava cometendo um pecado deliberado diante dos mandamentos divinos. O
resultado foi um desastre. Errei todas as questões fáceis e acertei apenas as
difíceis e fui eliminado do concurso.
Tentei seguir outras carreiras,
outros concursos mas fracassava em tudo, não importava o quanto eu me esforçasse.
Foi nesse contexto que me senti totalmente frustrado na vida, totalmente fracassado
aos dezenove anos de idade. Nessa época recebi um convite para participar de um
projeto na igreja para jovens que queriam estudar em nossas universidades
adventistas através da colportagem. Confesso que assisti a palestra sem
empolgação nenhuma e tentei ser o mais indiferente possível as palavras do
pastor, mas no final ouvi uma voz que me disse claramente para seguir aquele
caminho. Levei um susto no banco da igreja e me levantei, aceitei o apelo e
parti para a colportagem. Nesse trabalho maravilhoso aprendi andar com Deus
todos os momentos e entregar cada dia nas mãos Dele. Tive experiências maravilhosas
com Deus e recebi Dele trabalho, estudo e muito discernimento espiritual para
seguir na minha vida profissional. E assim fiz minha graduação Letras no
Universidade Adventista de São Paulo.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Adventista testemunha como se tornou Capitão do Exército dos EUA
Não gosto de falar de mim mesmo, mas acho que servirá de incentivo para quem é novo na fé.
Sou
adventista desde criança, fui a um culto de semana santa, gostei e
puxei toda a família, inclusive meu pai "militar" e restrito, mas ser o
único filho homem no meio de muitas irmãs tem suas vantagens.
Eu e minhas irmãs fomos batizados e meus pais se tornaram seguidores não batizados.
Influenciado
por meu pai fiz um "teste" para oficial do exército brasileiro, passei e
outra vez influenciado por amigos, abandonei e fui cursar Teologia no
antigo IAE, fiz os quatro anos para ser Pastor e paralelamente quatro
anos para ser Administrador de escolas.
Ser pastor não estava no meu coração, fui convidado por uma grande Empresa para administrar uma escola em São Paulo.
Fiz
uma excelente administração, mas ganância, arrogância e egoísmo me
fizeram afastar de Deus. Perdi o emprego, meu casamento e a esperança,
meu mundo desmoronou.
Me senti como Jonas no interior do peixe. A única coisa que me restava era a oração, orei e Deus me fez sonhar.
Sonhei que estava com um uniforme militar e estava bem distante.
Semanas se passaram e uma pessoa amiga de um amigo, me convidou para ir arriscar a vida nos Estados Unidos.
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Roney Vilaça Investigador
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19:18
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Policial Militar Adventista conta testemunho de sua conversão
No ano de 1998, enquanto cursava o curso de cabo, na PMMG, fui trabalhar na penitenciaria que fica localizada na zona rural.
Não
tinha costume de ler a bíblia, nem de manuseá-la. Sobre o rádio de
comunicação havia uma bíblia. Nas madrugadas ligava a TV e via pastores
expulsando demônios e indignado ficava me questionando de onde vinha
tanto poder. Assim eu apanhava a bíblia, fechava os olhos, abria e lia e
assim as duas páginas tentando encontrar respostas para minhas dúvidas.
Sempre que abria a bíblia as páginas vinham dizendo sobre a lei, os
mandamentos e o sábado. Procurava em amigos evangélicos respostas sobre
essas dúvidas e a resposta sempre era a mesma “já foi cravada na cruz”,
não se preocupe. Marcamos várias vezes com minha cunhada que é outra denominação religiosa para me auxiliar a manusear a bíblia e nunca dava
certo. Minha esposa e minha filha faziam estudos com uma senhora e também nunca acontecia de eu conseguir
encontrá-la.
Eu costumava beber e fumar. Em minha estante de
casa havia uma coleção de 26 tipos de cachaça, cada uma com uma raiz
dentro, todos os dias eu tomava uma dose. Aos domingos uma caixa de
cerveja era garantida.
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Roney Vilaça Investigador
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14:56
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